Especial – O B.Leza está de parabéns! 21 anos em Beleza…

O B.Leza está de parabéns e partilha: “Há 21 anos atrás, entre tábuas de madeira, baldes de tinta, martelos e outras ferramentas que tais, transformávamos aquele que era “O Baile”, desde 1988, no B.Leza, em homenagem a Francisco Xavier da Cruz. A equipa, meia dúzia, sabia pouco, mas a vontade de fazer acontecer era muita. Pela noitinha começávamos a receber os primeiros curiosos. À espera dos que entretanto iam chegando, os de sempre, até hoje. Os que se foram juntando pelo caminho, e foram muitos, fizeram-nos maiores e ainda mais felizes.”

No dia 21 Dezembro, realizou-se o evento Sul da Língua, em que Ana Sofia Paiva convidou vários mestres da palavra  para as partilharem nos diferentes sotaques do português.  A Afrolis falou com Adriano Reis (Cabo Verde), Costa Neto (Moçambique), Miguel Sermão (Angola) e Ana Sofia Paiva (Portugal) [ordem de aparição no áudio].

Hoje, 22 de dezembro há mais…

View original post mais 6 palavras

Rebelo de Sousa

Courelas

brs

Não é novidade, nem sai apenas da minha cabeça, e já no “Público” em Maio de 2016 um artigo de Sónia Sapage aludia às raízes, óbvias para quem conhece algo da história de Moçambique, da prática política de Marcelo Rebelo de Sousa.

Em 1968, na então chamada “primavera marcelista”, Caetano enviou Baltasar Rebelo de Sousa como governador de Moçambique. Os impérios coloniais eram já passado, o espanhol desaparecido em XIX, o alemão fulminado na I GM, o italiano uma miragem desvanecida na II GM, o holandês, o belga, o francês e o inglês soçobrados nos vinte anos pós-1945. Portugal mantinha-se irredutível colonizador, pária anacrónico, opção com custos incomensuráveis para o futuro desenvolvimento do país.

Em Lourenço Marques Rebelo de Sousa mudou a cara do poder, trocando a do façanhudo repressor pela máscara do paternal condutor, sob um lema que poderá ser recordado como “o colonialismo de rosto humano”. A ideia de então, como…

View original post mais 744 palavras

SOU…UMA PÁGINA A CADA ESQUINA: ateliers artísticos nas férias

SOU

atelier_natal.jpgUMA PÁGINA A CADA ESQUINA
Ateliers artísticos nas férias
com Mariana Ramos e Susana Alves

Para crianças dos 6 aos 10 anos
19 a 23 de Dezembro 2016 | 10h-17h30

Vamos conhecer um pouco melhor as histórias do nosso bairro, dos vizinhos, das ruas… vamos transformar essas histórias num livro desenhado, construído, dançado, único. Vem daí passar estas férias connosco no meio de muitas descobertas e criatividade.

Preço : 80€ + 15€ opção de almoço
(10% descontos familiares e alunos regulares do SOU)
Inscrições até 15 Dez para info@sou.pt

Rua Maria nº 10B (ao Intendente) , Lisboa
info@sou.pt  /926235379 / Evento Facebook
mariana_ramosMARIANA RAMOS

Mariana Ramos é mestre em escultura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, frequentou a Escola de Artes Visuais Maumaus, onde concluiu o curso avançado. Tem formação em cinema de animação, vídeo, fotografia e dança.
Expõe regularmente desde 1999, salientando o projecto Ver, ouvir e falar

View original post mais 407 palavras

Às 13 na RTP 3

Raquel Varela

A polémica que envolveu as declarações de RAP é o fait divers do programa. Segue-se debate sobre Aleppo, há ou não uma «frente anti-imperialista» no Médio Oriente? Escolhi como gorda o negócio/escândalo do sangue. E como cartas ao director – a rubrica onde se fala do que os media não falam – a situação actual da classe trabalhadora alemã, 1/4 vive em «low income» segundo a agência federal de emprego alemã. Na RTP 3, às 13. Hoje.

View original post

Congresso “Cartógrafo de Memórias – a poética de João Paulo Borges Coelho”

Courelas

jpbc

Sítio do Congresso.

Uma bela notícia: nos próximos 13 e 14 de Julho 2017 decorrerá em Lisboa um congresso dedicado à obra do escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho, que leva como título “Cartógrafo de Memórias: a poética de JPBC”. Até 10 de Fevereiro está aberta a recepção das propostas de comunicações para aqueles que quiserem participar. Para nós outros fica a opção de “assistentes” ou (se muito depauperados, e por isso a eximirmo-nos de pagar a breve espórtula requerida pela universidade) a escapulirmo-nos para as salas sem que ninguém nos veja.

Em relação ao João Paulo Borges Coelho eu sou muito suspeito: este “As Duas Sombras do Rio” é um dos livros da minha vida e é, com toda a certeza, o livro que mais me marcou durante a década dos meus quarenta anos. Coisas cá minhas, decerto. Não que o diga o melhor dos livros do autor, digo-o o…

View original post mais 291 palavras