Áudio 166 – Lugar de Fala e Relações de Poder com Jota Mombaça (Parte I)

Fonte: Áudio 166 – Lugar de Fala e Relações de Poder com Jota Mombaça (Parte I)

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“Inclusão”, liminaridade e precariedade científica (I)

Blogue ATS

Por Paulo Granjo

1. Inclusão: uma falsa ideia clara

“Inclusão” tornou-se uma palavra-fetiche, omnipresente quer no discurso político vago e bem-intencionado, quer nos cadernos de encargos para o financiamento de pesquisas sociais.

Como qualquer palavra que utilizemos, pretendendo que seja mais do que um som, está associada a noções e ideias, por vezes muito variáveis. Contudo, na sua utilização predominante nos contextos que referi, constitui por um lado uma “falsa ideia clara” (para utilizar uma expressão cara a Mário Murteira) e, por outro, um traiçoeiro simplismo.

Quando ouvimos “inclusão”, de imediato pensamos “exclusão”. Com isso, tendemos a aperceber ambas as palavras e ideias como um par opositivo, delimitado de forma evidente e com uma carga positiva ou negativa, consoante o prefixo; mas não é, de todo, esse o caso.

Ao estabelecermos essa oposição (fig. 1), não estamos, antes de mais, a constatar uma evidência empírica. Estamos a enfatizar…

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Manifesto Colher de Pau

Brasil bom de boca

Pela salvaguarda das cozinhas regionais e tradicionais do Brasil, e com respeito aos acervos culinários que são também identificados nos conjuntos de objetos de madeira, metal, fibra natural trançada, cerâmica entre outros; conjuntos de objetos variados e fundamentais ao ofício de se fazer a comida e possibilitar a preservação das receitas, e ainda preservam a estética de cada prato e o seu serviço em diferentes espaços e ambientes sociais.

foto Jorge Sabino

A comida servida à mesa, em banca, sobre esteira, sobre folha de bananeira, traz vivencias das muitas experiências culturais de comensalidade nos cenários das casas, dos mercados, das feiras, dos restaurantes, dos templos, entre tantos outros.

Pela segurança alimentar e principalmente pela soberania alimentar o “Manifesto Colher de Pau” quer valorizar cada objeto, implemento de cozinha, e rituais sociais de oferecimento de comida e bebida como forma de preservação do exercício dos saberes tradicionais e indenitários de famílias…

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Should museums be storytellers or truth-tellers?

Museum Questions

What do museums have to say about, or learn from, recent events in Charlottesville? Museum leaders and professionals have shared statements condemning and consoling, from their position as community leaders. Bloggers and professional organizations have also shared resources, as museums take on the role of educators. Thankfully but not surprisingly, museums and museum professionals are advocates tolerance and social justice. But museums are more than community leaders and educators – they are also the keepers and narrators of history.

What are the museum-specific questions that arise from the events in Charlottesville? One question is whether museums should become the repositories for statues of Confederate leaders. This question has been addressed by a number of museum leaders, art historiansart critics, and others.

Should this statue of a Confederate soldier be in a museum? Photo by Cculber007, via Wikimedia Commons In the larger picture – beyond Confederate statues, thinking…

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