Museografía de lo Cotidiano

EVE Museología+Museografía

Podríamos reconocer que todo espacio cultural y natural puede ser experimentado como vivencia en un museo, por estar haciendo un recorrido ante la presencia simultánea (real y/o virtual) de dimensiones educativas y lúdicas en la exposición real, natural o ficticia de una realidad histórica, natural o científica. Dicho de otra manera menos enrevesada, podemos disfrutar de la experiencia de recorrer, de una manera ordenada, un espacio didáctico al que consideramos experiencia museográfica, siendo esa nuestra vivencia en el museo como mencionábamos en el artículo de ayer.

pieza_4_ingles_aotwConsejo Norte Cultura

Es importante que señalemos que los elementos concretos y específicos de toda experiencia museográfica en el recorrido (elementos rituales, lúdicos y didácticos) constituyen, en su conjunto, los elementos diferenciadores (paradigmáticos) de la experiencia museográfica. La experiencia de recorrer un espacio cualquiera puede (debe) ser ordenada en términos narrativos, como parte de una secuencia cronológica con un principio, una desarrollo y un final. Las unidades de…

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Sobre ecomuseus e museologia comunitárias XIII

Museologia Social e Intersubectividade

Os museus socias, com base na comunidade usam os objetos para construir histórias. Não são os objetos que contam uma história. A inversão desta relação com o objeto, ou melhor a ultrapassagem desta relação entre os sujeitos com os objetos permite colocar a museologia social no campo da relação da intersubjticidade.

A museologia social constrói espaços e tempos de encontro e assume a sua relação de reconfiguração dos poderes sociais na sua dimensão libertadora.

Museologia Social e a lógica do Poder

A museologia social procura ultrapassar o impasse criado pela relação cultura com natureza, assumindo a sua dimensão integral. Na sua lógica processual de enfrentamento com o real a museologia social assume-se como uma museologia emancipatória que procura reconstruir encontros. Nesse sentido, na sua crítica ao paradigma do desenvolvimento contesta a noção de crescimento infinito e propõe a regulação a partir do encontro e procura compatibilizar os objetivos de curto prazo com os de longo prazo.

¿Qué es Espacio Museográfico?

EVE Museología+Museografía

Existen numerosas definiciones y formas de explicar qué es un espacio museográfico, pero en un contexto natural, al margen de interpretaciones sapientísimas y mega eruditas, nosotros preferimos manejar las dos definiciones más comunes y/o frecuentes en el manejo de explicaciones universales sobre lo qué es un museo y su significado social.

tortureMuseo de la Tortura, Praga

La raíz filológica del término museografía es clara: museo+grafía, el museo (museión: lugar de encuentro del pueblo con las musas) es un lugar de reunión donde se citan nuestras propias musas de la inspiración intelectual provocando, o deberían provocar, que nos convirtamos en mejores personas a partir del conocimiento concreto de las cosas, de lo divino y de lo humano. Podríamos resumirlo aun más, diciendo que es un lugar de encuentro donde nos encontraremos con la belleza del saber.

ver_ingles_bigotes_-_museo_del_holocausto_-_fwk.jpg_aotwMuseo del Holocausto en Estados Unidos

En cualquier caso, lo más sencillo es la idea que prevalece sobre el…

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Sobre ecomuseus e museologia comunitárias XII

A crítica da museologia social aos Museus de Hoje

A oposição entre a reificação e revivicação nos processos museológicos permite olhar para os museus de hoje em função da sua apropriação pela sociedade.

Para os museus tradicionais, que privilegiam o objeto e o espectáculo centram-se na ilusão e na recriação do real. A museologia ou é uma arte do espetáculo ou uma técnica de conservação que aplica de forma acrítica um dado saber.

Para os museus sociais, que privilegiam o encontro e a experimentação de inovação social, centram-se na produção do cogito: do conhecimento e da cidadania.

A museologia social faz uma critica ao museus espectáculo na medida em que estes processos se centram na produção de marcas. Há um processo de mercantilização de objetos de referencia (igrejas, fábricas, ruas da cidade, edifícios notáveis) que face a sua erosão são preservados como marcas (do tempo no espaço).

A critica da museologia social extende-se igualmente às festas reivivicantes. (os cortejos históricos, romanos, medievais ou de outros tipos), contrapondo-a com a criatividade da festa social e a iniciativa comunitária como pratica de produção de inovação social.

sobre ecomuseus e museologia comunitária XI

A crítica da nova museologia à ecomuseolgia

Alguns autores têm abordado a museologia social como uma proposta interdisciplinar crítica que trabalha a partir da relação dos seres humanos como os objectos socialmente qualificados num determinado cenário.

Autors como Mário Chagas, Mário Moutinho, Nestor Garcial Canclinni ou Boaventura Sousa Santos tem chamada a tenção para os lugares de patrimonialização como processos de tensão social susceptíveis de mostrarm uma tensão libertadora ou reguladora. Os processos museológicos, numa prespetiva crítica situam-se ora numa dimensão de reificação (de libertação) ora numa dimensão de revivificação (de regulação)

Na sua dimensão de libertação os processos museológicos:

  • Procuram um espaço de pratica de liberdade
  • Interrogam o tempo como descoberta da diversidade
  • Iniciam processos de conhecimento que questionam o real acomo proposta de ação comum

A esta dimensão, contrapõe-se a dimensão reguladora, onde os processos museológicos:

  • Organizam o espaço
  • Controlam o tempo
  • Vigiam e normalizam as pratica.

Esta critica permite entender que os processos museológico são também lugares de afirmação de poderes, que ora exibem e afirmam hegemonias. Os processos museológicos constituem-se como espaços rituais mas também se podem constituir como e lugares de passagem.

Sobre ecomuseus e museologia comunitária X

Ecomuseologos

  • Ana Mercedes Stoffel – Museu da Comunidade da Batalha
  • Georges Henri Riviere – Museu do Homem Paris
  • Hugues de Varine – Ecomuseu
  • Isbel Vitor – Museu do Trabalha de Setúbal
  • Jonh Kinar museus de vizinhança em Anacostia (USA)
  • Maria Celia Moura Santos – Processos museológicoa na Bahia
  • Mario Chagas – Museus de Favela no Rio de Janeiro
  • Mário Moutinho. Museu de Monte Redondo
  • Raul Lugo – Otaxepr e Nyarit
  • René Rivard e Pierre Maylan – Museu do Quebec