Ciclo de Poesia Africana [TER, 3 de MAR]

Lisboa Africana

10914791_964238086966649_2892724685651640902_o

A Biblioteca-Museu da República e Resistência recebe o ciclo de poesia africana em homenagem ao poeta moçambicano Eduardo White, no âmbito da celebração dos 40 anos da independência de Moçambique, a realizar-se no dia 3 de março, pelas 18h.

Leituras de poemas de Eduardo White por:

Delmar Maia Gonçalves, Mónica Castelo e Liliana Lima

Acompanhamento musical:

João Bengala (guitarra clássica d 10 cordas)

João Branco (marimba tchikitse)

Local: Rua Alberto de Sousa 10A, Lisboa (Biblioteca-Museu da República e Resistência)

View original post

Noite Caboverdiana com Carla Correia, Sáb. 28 Fevereiro

Centro InterculturaCidade

Regressam as Noites Caboverdianas  ao Centro Interculturacidade… Aqui no Poço dos Negros, no coração do bairro de referência da comunidade caboverdiana em Lisboa,  aonde B.Léza viveu nos idos de 40 do século passado e onde não longe do virar do milénio era possível cruzarmo-nos com Cesária Évora, que nas suas passagens por Lisboa frequentemente fugia ao protocolo do “show business” e vinha matar saudades da sua/nossa gente no bairro mais crioulo da cidade das “ondas sagradas do Tejo”.

carla20h30 – Jantar tradicional
Cardápio: Mandioca frita, Cachupa, Doce de coco
Bebidas: vinho tinto/branco, sumo, água e café

22h00 – Concerto com Carla Correia
Carla nasceu junto ao Tejo, mas cresceu com o coração nas ilhas. Filha de pai português e mãe caboverdeana, os ecos da terra estão na batida do coração, e é para lá que tenta voltar sempre que canta. A sua voz quente e aveludada consegue transportar-nos para…

View original post mais 61 palavras

Samsu Band ao vivo no Chapitô [DOM, 22 FEV 2015]

Lisboa Africana

Ebrima Mbye Ebrima Mbye

O Bartô recebe este domingo os Samsu Band para uma noite sob o signo do afro-groove.

Ebrima Mbye (Gâmbia) na Kora e voz, Yannick Nolting (Alemanha) no Baixo e Matteo Nocera (Itália) na Bateria formam os Samsu Band. O trio funde elementos tradicionais e profundamente rítmicos da tradição griot da África Ocidental com influências modernas do jazz e da world music.

Início às 23h00.

Entrada livre.

+ info

View original post

The indigenous women miners of the Driftless Area

An Indigenous History of North America

Lead mining and the lead rush of the 1820s is a huge part of the cultural narrative of white settlement in southeastern Wisconsin and the nearby parts of Minnesota, Illinois, and Iowa known as the Driftless Area. It’s the quintessential frontier story: white American men discover a mineral resource and flood the area, doing the manly work of mining while they slowly civilize the area for further settlement.

But the idea that there was this untapped mineral waiting to be found by Americans is almost entirely wrong. For nearly a century before that, the lead mines had been worked with increasing intensity–and not just by Indians, but by Indian women specifically.

A colorplate of a Meskwaki family made by Jonathan Carver in 1781 A colorplate of a Meskwaki family made by Jonathan Carver in 1781

Indigenous people had been mining for lead in small quantities for thousands of years, but it was the arrival of the fur trade and especially the firearms it brought that sparked…

View original post mais 646 palavras

Noite Latinoamericana com Jacqueline Mercado e Rui Meira, Sábado 21 de Fevereiro

Centro InterculturaCidade

jacq_rui

20h – Jantar latinoamericano
Cardápio:
Entrada: Chifles (Perú – salgadinhos de banana verde frita); Pollo con rajas, Frijolitos meneados y arroz (México – frango com natas e pimentos em tiras, puré de feijão e arroz); Bolo de Fubá (Brasil – bolo de milho).

22h – Concerto com Jacqueline Mercado (México) e Rui Meira (Portugal). Cancioneiro popular latinoamericano.

Contribuição solidária de 15 latinos (jantar + concerto) ou de 5 latinos (concerto + 1 bebida). Sujeito a inscrição prévia por e-mail ou telefone.

INSCRIÇÕES:
E-mail: info.interculturacidade@gmail.com
Tel.: 21 820 76 57

View original post

Armando Tito em concerto no B.leza [QUI, 19 FEV 2015]

Lisboa Africana

armando tito

Armando Tito é um virtuoso músico caboverdiano, que toca violão, violino e cavaquinho desde os 10 anos, executando solos que já ficaram na história da música. Esta quinta mostra o seu talento num concerto no B.leza.

Natural de São Vicente, acompanhou nomes como Travadinha, Bana, Cesária Évora, Ildo Lobo, Titina ou Paulino Vieira.

Esta quinta-feira subirá ao palco do B.leza com Rui Veloso, Celina Pereira, Mário Rui, Aidimara Silva, Nancy Vieira e Valeria Carvalho.

Local: B.leza

Hora: 22h30

Entrada: 10€ (s/ consumo)

Mais info

View original post

Fado Cantado no XII CONLAB

fadodançado

O nosso amigo José Teixeira, no seu Blog Ma-Chamba, a propósito da sessão de abertura do XII CONLAB, já se havia referido à questão do grupo “Fado Cantado” uma dança promovida pela Associação Batotoyetu, uma Associação que Citamos :

A Associação Cultural e Juvenil Batoto Yetu Portugal (BYP) é uma organização sem fins lucrativos que foi implementada em Portugal em 1996 pelo coreógrafo e fundador Júlio Leitão, com o apoio da Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento e da Câmara Municipal de Oeiras.
A BYP, sedeada no Bairro Dr. Francisco Sá Carneiro, em Laveiras, Caxias, desenvolve desde essa data um trabalho de apoio junto das crianças e jovens da área metropolitana de Lisboa, e, mais concretamente, do Concelho de Oeiras.
Tem como alvo primordial as crianças e jovens provenientes dos bairros suburbanos da grande Lisboa, estando aberta a todos os que se identificam com o seu ritmo e espírito.
A Associação Cultural e Juvenil Batoto Yetu procura através da dança e expressão artística e da descoberta das raízes culturais africanas das crianças e jovens, o desenvolvimento da sua auto-estima. Espera assim que estas crianças e jovens se integrem do ponto de vista sócio-cultural na sociedade onde vivem, contribuindo para um Portugal intercultural e cosmopolita.”

Nesta caso concreto, procura recriar a partir do Fado, um novo produto artísitco, usando as música e a dança e explorando a sua origem africana. Reunem raizes brasileiras, angolanas, de caboverdeanas e portuguesas.

No nosso site Museu Afro-digital, ja haviamos abordados a questão  das heranças africanas do Fado.

Ora sobre esta questão diz-nos José Teixeira no seu artigo:

O cúmulo foi o episódio “danças e cantares”, um grupo de jovens tamboristas e dançarinas (uma batucada, dir-se-ia no tempo do Marechal Carmona) afrodescendentes acompanhados de um músico fadista, um pretenso multiculturalismo com que a organização portuguesa recebeu os participantes nacionais e estrangeiros. Assim como se em Maputo recebêssemos um congresso com um grupo musical da Escola Portuguesa de Moçambique mesclado com um timbileiro de Zavala e se tocasse música de Freitas Branco. Esta candura que se julga multicultural é mesmo o sintoma do mal-estar com a história, como se uma mácula identitária de irreflexão construída, presente em alguns nichos portugueses, e tanto também no campo das ciências sociais. Pois, como diz o sábio povo, “em casa de ferreiro espeto de pau …”. Sei que as duas décadas de Moçambique, parte das quais a aturar a sub-intelectualidade socialista portuguesa, me tornou muito sensível a esta auto-incompreensão patrícia, mas já vai sendo tempo, em 2015, da “gente” se pensar a sério.

É certo que o autor não deixa de ter razão sobre a forma como os portugueses se vêem na sua relação como os antigos espaços coloniais. Há nesta tradição identitária, cujo exemplo se têm vindo a cristalizar na forma pejorava da tradição folclórica,  uma analogia forte entre a saudade do império e os novos mitos lusófonos. A questão que interessa discutir aqui é a seguinte: A identidade constrói-se a partir de quê?  Quem é que constrói a identidade?  Qual é o limite e a extensão da construção identitária? A raiz da tradição é sempre uma tentação. O que é novo necessita de se afirmar na tradição ou assume-se como inovação? Podemos produzir sem pensarmos a partir de raízes. De reinventamos a partir das raizes?

Fica a resposta para outras ocasião.

Ideas para el Museo Local | Idea 14

EVE Museos e Innovación

Revitalizar el museo no significa necesariamente invertir en nueva museografía.

Los museos ricos renuevan su museografía cada vez que se enfrentan a cambios importantes; en un museo modesto esto no es posible. Es posible que solo nos podamos permitir cambiar los muebles de sitio y añadir algún “nuevo toque”. Lo hacemos como cuando nos planteamos renovar la decoración de nuestra casa: cada vez que cambiamos los muebles de sitio y pintamos algunas paredes, parece que hemos hecho una gran renovación – jugar con gráficas y arte en las paredes también ayuda -. En el museo local puede ocurrir algo similar. Reorganizar una colección es una forma de renovar y actualizar todo un museo; reagrupar obras de arte de una forma diferente es una manera de promover lecturas distintas del propio arte; se trata de ofrecer a los visitantes que ya conocen el museo una nueva observación desde una visión diferente de los mismos objetos.

b13322601360bce19e68659e440ede33Archivo EVE

View original post mais 553 palavras