MARCEL BROODTHAERS: ISTO NÃO É UMA OBRA DE ARTE (em Madrid)

L´obéissance est morte

img_1240img_1241img_1242Vinte e cinco anos depois da retrospectiva mostrada no Jeu de Paume (1991, repita-se), que passou para Madrid, também aqui no Reina Sofia (MNCARS), eis o regresso do gigante Marcel Broodthaers, gigante porque precursor de tudo o que hoje discutimos e fazemos – a relação arte-nome-linguagem, a prática da instalação, a pós-medialidade, a memória, o arquivo, o museu e a perplexidade sobre a “arte” – o regresso ao Museu Centro de Arte Rainha Sofia, MNCARS, que agora produz esta exaustiva exposição do artista belga em colaboração com o MoMA de Nova Iorque, de onde veio.

Como de regresso se trata, muito ampliado no entanto, retomo um texto meu de 1992, antes publicado em “A Capital” e depois no meu livro “Democracia e Livre Iniciativa: Política, Arte e Estética” (1996). Pouco ou nada alterei no ensaio que se segue.

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No panorama histórico da arte ocidental, o belga Marcel Broodthaers parece ainda…

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Clasificación de las Industrias Creativas y Culturales

EVE Museología+Museografía

Para proporcionar un entendimiento sistemático de las características estructurales de las industrias culturales y creativas, se han desarrollado una serie de modelos. El uso de los términos “industrias culturales y creativas” puede variar de forma significativa según el contexto. A menudo, las comunidades desafían y tratan de rediseñar los modelos vigentes para adecuarlos a la realidad de su contexto, cultura y mercados locales. Los términos están, por tanto, en constante evolución, sobre todo a medida que se van desarrollando nuevos diálogos que llevan a plantear, por ejemplo, el clasificar, y cómo hacerlo, los desfiles de moda, carnavales y videojuegos dentro de un modelo de industria cultural y creativa.

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Conscientes de este contexto fluido, en el artículo de hoy haremos una selección de modelos y destacaremos los distintos sistemas de clasificación y su implicación en la economía creativa. En la figura que os mostramos a continuación, se presenta una visión global de…

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Cómo Reconocer el Valor Cultural

EVE Museología+Museografía

Comenzamos la entrada de hoy, recordando el Artículo 27 de la Declaración Universal de los Derechos Humanos de las Naciones Unidas (Derechos Humanos de las Naciones Unidas, 1948) que dice: “Toda persona tiene derecho a tomar parte libremente en la vida cultural de la comunidad, a gozar de las artes y a participar en el progreso científico y en los beneficios que de él resulten”. Esto implica una obligación por parte de los gobiernos (a nivel nacional, regional y local) para garantizar la ratificación de dicho derecho. No se trata solamente – más allá de su importancia – del derecho a la libertad de expresión (Artículo 19). Junto con el “derecho al descanso y al disfrute del tiempo libre” (Artículo 24), hace alusión a la mera existencia o disponibilidad de cultura, porque abarca preocupaciones vitales adicionales en políticas como son las de la educación, la lengua, la provisión cultural, el…

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Conversas no Beco: Encontro com Cheny Wa Gune no Restaurante Roda Viva, 27 OUT

Centro InterculturaCidade

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CHENY WA GUNE, nome de referência das novas gerações de músicos moçambicanos, mestre de Timbila (o xilofone que antes de o ser, em Moçambique já o era, e que a Unesco reconheceu como património mundial) é o convidado muito especial da próxima “Conversa no Beco”, uma iniciativa conjunta do RODAVIVA e do CENTRO INTERCULTURACIDADE que visa mostrar ao bairro e à cidade as muitas culturas que Alfama tem.
A conversa começa às 18h 30m (muito boa hora para uma cervejinha moçambicana no Beco do Mexias, ora essa!), mas íamos jurar que vai prolongar-se para muito depois do jantar, que será servido a partir das 19h30m e para o qual – conselho de quem sabe – é mais sensato reservar mesa, porque o espaço é pequeno e a (a)fluência é grande!

Reservas:
Tel.: 218871730 ou 967659543

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Áudio 128 – Exposição Bantumen: a participação de Piera Moreau

A Bantumen, apresenta-se como a primeira revista masculina online, dedicada à comunidade africana de língua oficial portuguesa, que dá a conhecer tendências de lifestyle e entretenimento. Esta publicação vai realizar uma exposição de 3 a 5 de Novembro, que vai fundir, no mesmo espaço, arte plástica, fotografia e música. O evento vai acontecer, aqui em Lisboa, na Casa de Angola, em parceria com a FUBA (especialista em curadoria, dedicada a artistas africanos) e a BC (empresa de organização de eventos).

A nossa convidada de hoje, Piera Moreau, é uma das artistas plásticas angolanas convidadas.

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Áudio 127 – Sobre “Relatos de uma rapariga nada pudica…”

Lolo Arziki dizia-se uma “rapariga nada pudica” e, nesta entrevista, vamos saber como chegou a esta conclusão…

Formada em vídeo e cinema documental pelo Instituto Politécnico de Tomar, Lolo Arziki é, atualmente, estudante de mestrado em Estética e Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Hoje (20/10/16), a vídeo performance Relatos de uma rapariga nada pudica vai ser um dos pontos de partida para as Conversas Feministas deste mês no espaço Com Calma, onde também estará presente a plataforma Queering style apresentada pela Alexandra Santos que também ja foi nossa convidada.

Informações sobre Conversas Feministas AQUI

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Julgamento de crimes ambientais pelo TPI é marco histórico no Direito Ambiental, de Alessandra Lehmen

Saúde Global

Consultor Jurídico, Conjur – O Tribunal Penal Internacional anunciou, no dia 15 de setembro, que passará a processar e julgar crimes ambientais. Em documento de 18 páginas que anuncia as prioridades para a seleção de casos pela corte[1], o gabinete do procurador explicitou que a corte dará especial atenção a crimes relacionados à destruição do meio ambiente, à exploração de recursos naturais e à apropriação ilegal de terras.

Essa notícia é de extrema importância para o Direito Internacional Ambiental por três motivos centrais: primeiro, porque não há, hoje, corte internacional exclusivamente dedicada à matéria ambiental; segundo, porque o acesso de atores não-estatais – seja como autores ou réus – às cortes internacionais de competências diversas que apreciam também casos ambientais é ainda significativamente limitado; e, terceiro, porque é vital que a proteção internacional do meio ambiente seja compreendida como preocupação comum da humanidade[2], ou seja, como…

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