Should museums be storytellers or truth-tellers?

Museum Questions

What do museums have to say about, or learn from, recent events in Charlottesville? Museum leaders and professionals have shared statements condemning and consoling, from their position as community leaders. Bloggers and professional organizations have also shared resources, as museums take on the role of educators. Thankfully but not surprisingly, museums and museum professionals are advocates tolerance and social justice. But museums are more than community leaders and educators – they are also the keepers and narrators of history.

What are the museum-specific questions that arise from the events in Charlottesville? One question is whether museums should become the repositories for statues of Confederate leaders. This question has been addressed by a number of museum leaders, art historiansart critics, and others.

Should this statue of a Confederate soldier be in a museum? Photo by Cculber007, via Wikimedia Commons In the larger picture – beyond Confederate statues, thinking…

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Reunião aberta Corem 2R

COREM 2a. Região

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Convidamos a todos para a segunda edição da Reunião aberta do Conselho Regional de Museologia 2ª Região.
O evento acontecerá no dia 04 de setembro de 2017, das 17:00 as 19:00, no Paço Imperial, Rio de Janeiro.
O objetivo é reunir os profissionais da área para conversar sobre as ações do conselho e questões relacionadas à profissão.
Contamos com sua presença!

O Paço Imperial fica na Praça XV de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro

Inscrições no formulário abaixo ou em https://goo.gl/forms/ESVks1q7ld3Eju4H2

Comissão de Informação e Divulgação

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Nós No Cabelo – Testemunho de Tatiana Almeida

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Olá o meu nome é Tatiana Almeida mais conhecida por Taty tenho 25 anos e venho contar um pouco da história do meu crespo.

Houve tempo em que as meninas tentavam de todas as formas esconder o volume do cabelo, retiravam os cachos e eliminavam os crespos. Custasse o que custasse, todas as técnicas disponíveis eram usadas para deixar as madeixas lisas. Produtos químicos, escova e chapinha faziam parte da vida de muitas mulheres desde a infância. Algumas nem sequer sabiam como era o cabelo e era esse o meu caso mas o mais estranho é que eu gostava de afro e de cabelos encaracolados tanto que mesmo alisando e desfrisando o cabelo usava gel e hidra caracois para fazer caracois, e em 2014 eu conheci o meu actual namorado Telmo que me questionava o porquê de não usar o cabelo natural.

Eu respondia que tinha medo e que não…

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O jornalista-turista

L´obéissance est morte

O jornal O Público tem-se convertido num dos baluartes nacionais da defesa e propaganda do ultra-liberalismo que, sob as mais diversas formas e sobre os mais variados planos (cultura, urbanismo, floresta, biodiversidade, património, etc.), formata de um modo inteiramente novo sociedades, territórios e até oceanos, com o único fim de deles extrair valor. E pouco importa que isso implique aberrações como enviar mil milhões de pessoas para favelas, privar muitas mais do acesso a medicamentos ou converter florestas inteiras em monocultivos inflamáveis. Dois dos fazedores de opinião a quem o jornal, intencionalmente, dá mais destaque, J. M. Tavares e D. Q. de Andrade, habituaram quem os lê aos lugares mais comuns da ideologia liberal. Uma ideologia que não serve senão para legitimar este mundo, com as suas inconcebíveis aberrações – as quais estas esplêndidas mentes, que dão o melhor de si ao serviço da ultra-liberal administração da SONAE, tão sabiamente…

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Apresentação da obra “Cartilha do Samba Chula”, por Katharina Doring

Centro InterculturaCidade

Velha amiga e parceira do Centro InterCulturaCidade, a etnomusicóloga alemã Katharina Doring, há largos anos radicada na Bahia, regressa a Lisboa para apresentar o seu mais recente trabalho, a Cartilha do Samba Chula. A apresentação terá lugar no dia 25 de Agosto, às 18:30 nas nossas instalações situadas na Travessa do Convento de Jesus nº 12 A e contará com a projecção de extractos dos DVDs incluídos na obra.
A obra (Livro + CD + DvD) é o resultado final de um projeto de investigação idealizado por Katharina, apoiado pelo fundo Natura Musical e promovido pela Associação Sociocultural Umbigada,  em parceria com a Rede das Casas de Samba e a Associação dos Sambadores e Sambadeiras do Estado da Bahia.

Mais informação:
http://www.upb.org.br/noticias/obra-preciosa-a-cartilha-do-samba-chula/

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Nós No Cabelo – Testemunho de Yara Costa

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Sou natural à 6 anos (desde 2011). Deixar relaxante/desfrisante foi a melhor decisão que alguma vez tomei e a mais libertadora sem dúvida. Foi a partir desse momento que comecei a aceitar o meu cabelo crespo tal como é, sem necessitar da aceitação dos outros e da sociedade cujos padrões de beleza europeus escravizam a mulher africana e outras que não tem o cabelo liso.

Depois de sentir na pele a discriminação vinda não só da sociedade, mas da própria família, por ter o cabelo “bedju” (velho/crespo  em criolo como dizem os meus familiares), deixar o meu cabelo natural foi uma verdadeira jornada.

Antes as correntes estavam nos nossos pescoços, mãos e pés, mas hoje encontram-se sobretudo na nossa cabeça, literalmente. Ao ponto de os próprios africanos desprezarem o que cresce da sua cabeça.

Posto isto, aceitar o nosso cabelo natural não é moda, é uma afirmação de libertação dos…

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Paisagens Sonoras de Lisboa

O património emerge como conceito operativo no campo da cultura e da natureza nos anos setenta. No decurso das profundas transformações económicas e sociais na Europa do pós-guerra, a Convenção da UNESCO, de 1972 para a Proteção do Património Mundial, Cultural e Natural vem criar um conjunto de instrumentos que coloca a noção de património na agenda da opinião pública ocidental.

As heranças patrimoniais levantam questões sobre os processos de conservação, transmissão e narrativa das memórias e das pertenças identitárias, que se categorizam, na arquitetura das convenções da UNESCO, pelas ideias da materialidade, imaterialidade, das suas diversidades, que surgem associados a objetos e aos seus contextos.

A cidade é pela sua natureza um espaço pluricultural. Nela se juntam diferentes narrativas tradicionais e nela se reconstroem novas narrativas evocando patrimónios recriados.

O campo patrimonial duma cidade traduz assim uma grande parte das ruturas das tradições do mundo e do tempo rural, ao mesmo tempo que assiste a construção da modernidade dos novos patrimónios, reivindicados como novas narrativas identitárias.

O programa propõe olhar para a paisagem patrimonial da cidade de Lisboa através da sua sonoridade. A ideia de paisagem sonora traduz um processo de vivência do espaço urbano, nas suas diferentes dimensões e contextos. O convite para descobrir a paisagem sonora da cidade que é habitada por todos como forma de descoberta dos valores estéticos, emocionais e dos usos que lhes atribuímos na sua dimensão política, económica e cultural.

Propomos nesta oficina dar continuidade às oficinas exploratórias apresentadas na exposição “Baixa em Tempo Real” (Lisboa, 2013) e iniciar os programas de construção das cartografias da diversidade cultural na lusofonia no âmbito da Cátedra UNESCO Educação, Cidadania e Diversidade Cultural.