CURSO DE INTRODUÇÃO AO CRIOULO DE CABO VERDE – LÍNGUA E CULTURA

Centro InterculturaCidade

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A partir de 19 de Setembro de 2016
Duração: 30 horas
Formador: António Firmino
Inscrição: 120 €
Prazo de inscrição: 16 de Setembro
As turmas serão abertas desde que haja um mínimo de 5 inscrições

Horários disponíveis:
A) Segundas e quintas-feiras, das 19:00 às 21:00 [19 Set a 7 Nov]
B) Terças e sextas-feiras, das 19:00 às 21:00 [20 Set a 11 Nov]
C) Intensivo aos Sábados, das 10:00 às 13:30 e das 14:30 às 18:30 [24 Set, 1, 8, e 15 de Outubro]

Formulário de Inscrição

Trata-se de um curso de educação não-formal de introdução ao crioulo cabo-verdiano que apresenta interesse particular para pessoas que pretendam desenvolver contactos profissionais ou pessoais em Cabo Verde, ou em outros contextos em que haja contacto com públicos falantes do crioulo, ou ainda para quem queira conhecer melhor a história e a cultura do país da “morabeza”.

Programa:
1) – Introdução: Aspetos sociolinguísticos

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Ciclo Mundos no Teatro da Trindade – A periferia trás música ao centro (FMM & Inatel)

O Teatro da Trindade recebeu, na quinta-feira, dia 18 de agosto, Ballaké Sissoko & Vicent Ségal (Mali/França)  no âmbito do Festival Ciclo Mundos (FMM / INATEL). A Afrolis esteve no concerto e conversou com os músicos.

Ballaké Sissoko & Vincent Ségal -CICLO MUNDOS

Carlos Seixas, organizador do Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM), afirma que o Ciclo Mundos reflete um movimento diferente: “A periferia trás a música ao centro”.

Hoje, 25 de agosto, o Ciclo do Mundo trás o concerto dos SONGHOY BLUES do Mali, uma banda jovem músicos com raízes no norte do país. “Inspiram-se na cultura da etnia Songhoy, que vive nas margens do rio Níger, entre as cidades de Timbuktu e Gao, e nasceram em reação ao conflito que se desenrolou na região em 2012 e 2013. Nessa altura, tocavam sobretudo para exilados do norte a viver em Bamako, até serem descobertos pelo produtor Marc-Antoine Moreau…

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A propósito da condenação de uma governanta inocente: corrupção e corrupções

Leonardo Boff

          A presidenta Dilma está sendo condenada mediante um tribunal de exceção por um Congresso Nacional no qual 60% dos membros enfrentam acusações criminais. O Senado que a julga não possui nenhuma moral pois mais da metade dele, 49 senadores, estão sob acusação por distintos crimes.     Contra Dilma não se conseguiu provar nenhum crime. Por isso inventam-se outras razões como pelo “conjunto da obra”, coisa que contradiz a matéria do processo vindo da Câmara: alguns atos governamentais somente do ano 2015.

O economista Luiz Gonzaga Belluzzo bem resumiu a tônica geral deste processo perverso:”Trata-se de uma reação conservadora, retrógrada que se exprime em tentativas autoritárias de impedir o avanço da sociedade. Somos uma sociedade profundamente antidemocrática, preconceituosa e mais que isso, culturalmente deformada. Estamos assistindo hoje uma degeneração do que já é degenerado. Aqui não prosperaram os ideais de democracia e o Estado de Direito. Tudo é feito com…

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Áudio 120 – Sobre o “Afro Lisboa”, filme realizado por Ariel de Bigault

Ariel de Bigault e francesa e foi precursora da divulgação das ‘culturas chamadas lusófonas’, E uma agente cultural, investigadora e documentarista. Dois dos seus filmes chamaram-nos a atenção, o Afro Lisboa e o Margem Atlântica. Na entrevista de hoje falamos sobre estes trabalhos, que mostram que a luta por um espaço na cena cultural portuguesa, por parte de afrodescendentes, já vem de há muito.

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[Encontro De Culturas 2016 – Txt 06] Educar para Descolonizar e Emancipar

A CASA DE VIDRO.COM

X Aldeia Multiétnica. Foto: Bruna Brandão. X Aldeia Multiétnica. Foto: Bruna Brandão.

Educar para Descolonizar e Emancipar: educação indígena e quilombola em questão

A roda-de-prosa “Educação escolar indígena e quilombola” animou a tenda geodésica na tarde de sexta-feira, 22 de Julho, data de encerramento da X Aldeia Multiétnica

por Eduardo Carli de Moraes para o XVI Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros

A roda-de-prosa “Educação escolar indígena e quilombola” animou a tenda geodésica na tarde de sexta-feira, 22 de Julho, data de encerramento da X Aldeia Multiétnica. Os presentes puderam ouvir os relatos de muitos profissionais envolvidos em projetos pedagógicos emancipadores e descolonizadores, que apostam na autonomia e no protagonismo dos povos originários e quilombolas. Dentre os participantes, estiveram presentes a professora da UEG, Lorena Borges, o pró-reitor do IFG, Sandro de Lima, dentre outros participantes.

Uma das experiências mais interessantes que os conviventes puderam conhecer e debater envolve 36 professores da etnia Tremembé…

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