Rebelo de Sousa

Courelas

brs

Não é novidade, nem sai apenas da minha cabeça, e já no “Público” em Maio de 2016 um artigo de Sónia Sapage aludia às raízes, óbvias para quem conhece algo da história de Moçambique, da prática política de Marcelo Rebelo de Sousa.

Em 1968, na então chamada “primavera marcelista”, Caetano enviou Baltasar Rebelo de Sousa como governador de Moçambique. Os impérios coloniais eram já passado, o espanhol desaparecido em XIX, o alemão fulminado na I GM, o italiano uma miragem desvanecida na II GM, o holandês, o belga, o francês e o inglês soçobrados nos vinte anos pós-1945. Portugal mantinha-se irredutível colonizador, pária anacrónico, opção com custos incomensuráveis para o futuro desenvolvimento do país.

Em Lourenço Marques Rebelo de Sousa mudou a cara do poder, trocando a do façanhudo repressor pela máscara do paternal condutor, sob um lema que poderá ser recordado como “o colonialismo de rosto humano”. A ideia de então, como…

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