Sobre ecomuseus e museologia comunitárias XII

A crítica da museologia social aos Museus de Hoje

A oposição entre a reificação e revivicação nos processos museológicos permite olhar para os museus de hoje em função da sua apropriação pela sociedade.

Para os museus tradicionais, que privilegiam o objeto e o espectáculo centram-se na ilusão e na recriação do real. A museologia ou é uma arte do espetáculo ou uma técnica de conservação que aplica de forma acrítica um dado saber.

Para os museus sociais, que privilegiam o encontro e a experimentação de inovação social, centram-se na produção do cogito: do conhecimento e da cidadania.

A museologia social faz uma critica ao museus espectáculo na medida em que estes processos se centram na produção de marcas. Há um processo de mercantilização de objetos de referencia (igrejas, fábricas, ruas da cidade, edifícios notáveis) que face a sua erosão são preservados como marcas (do tempo no espaço).

A critica da museologia social extende-se igualmente às festas reivivicantes. (os cortejos históricos, romanos, medievais ou de outros tipos), contrapondo-a com a criatividade da festa social e a iniciativa comunitária como pratica de produção de inovação social.

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