sobre ecomuseus e museologia comunitária XI

A crítica da nova museologia à ecomuseolgia

Alguns autores têm abordado a museologia social como uma proposta interdisciplinar crítica que trabalha a partir da relação dos seres humanos como os objectos socialmente qualificados num determinado cenário.

Autors como Mário Chagas, Mário Moutinho, Nestor Garcial Canclinni ou Boaventura Sousa Santos tem chamada a tenção para os lugares de patrimonialização como processos de tensão social susceptíveis de mostrarm uma tensão libertadora ou reguladora. Os processos museológicos, numa prespetiva crítica situam-se ora numa dimensão de reificação (de libertação) ora numa dimensão de revivificação (de regulação)

Na sua dimensão de libertação os processos museológicos:

  • Procuram um espaço de pratica de liberdade
  • Interrogam o tempo como descoberta da diversidade
  • Iniciam processos de conhecimento que questionam o real acomo proposta de ação comum

A esta dimensão, contrapõe-se a dimensão reguladora, onde os processos museológicos:

  • Organizam o espaço
  • Controlam o tempo
  • Vigiam e normalizam as pratica.

Esta critica permite entender que os processos museológico são também lugares de afirmação de poderes, que ora exibem e afirmam hegemonias. Os processos museológicos constituem-se como espaços rituais mas também se podem constituir como e lugares de passagem.

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